O Gilmar Mendes, que quando presidia o STF (Supremo Tribunal Federal) meteu-se indevidamente – por desrespeitar o princípio de independência dos três poderes – em assuntos eleitorais, e sempre com uma indisfarçável preferência pela oposição, pediu vistas hoje e, com isso, interrompeu a votação que quase derruba a exigência de levar documento com foto junto com o título de eleitor para votar no próximo domingo.
Quando ele pediu vistas, sete ministros já haviam votado, na tarde de hoje, pela derrubada da exigência. Nenhum votou pela manutenção da regra.
A votação ocorreu a pedido do PT, que havia entrado com uma ação direta de inconstitucionalidade contra a regra dos dois documentos.
Gilmar Mendes disse que vai dar seu voto amanhã. É fácil concluir que, com isso, ele atrasa a decisão, aproxima-a do dia da votação e tenta atrapalhar a divulgação do fim da regra dos dois documentos.
p.s.: os jornais desta quinta informam que oo Gilmar Mendes parou a votação depois de receber um pedido de Serra, por telefone, para fazer o serviço. Os repórteres estavam presentes e narraram a jogada. Alguma dúvida sobre quem o Gilmar defende?