No dia 16 de agosto de 2005, milhares de militantes da CUT, da UNE e dos movimentos sociais em geral fizeram, na Esplanada dos Ministérios em Brasília, a primeira manifestação de rua em apoio ao presidente Lula, naquele momento sob bombardeio da mídia e da oposição por conta da crise política conhecida como “mensalão”.
Seguiram-se outras.
Ontem, Lula reconheceu publicamente a importância de sua base social no episódio.
Deu na Folha:
Às vésperas do julgamento do mensalão no STF (Supremo Tribunal Federal), o ex-presidente voltou ontem a descrever o escândalo como uma tentativa de golpe ao receber homenagem da Câmara Municipal de São Paulo.
“O PT era mais atacado do que hoje por grande parte dos políticos da oposição e por uma parte da imprensa brasileira. Na verdade, era um momento em que tentaram dar um golpe neste país.”
Lula disse ter se comparado na época a ex-presidentes que não completaram seus mandatos. “Não vou me matar como Getúlio [Vargas] e não vou fugir obrigado como o João Goulart. Só tem um jeito de eles me pegarem aqui: é eles enfrentarem o povo nas ruas deste país”, afirmou.
O ex-presidente disse que a oposição se intimidou depois que ele recebeu apoio de movimentos populares.
“Aquilo foi a coisa que mais deixou eles com medo de continuar na luta pelo impeachment”, afirmou.
Lula agradeceu o apoio na crise do vereador Agnaldo Timóteo (PR), a quem convidou a se filiar ao PT. Timóteo cantou música e vestiu um sobretudo vermelho para homenageá-lo.




Boa tarde,
Meu Deus, acontece cada coisa, só agora eu fiquei sabendo que os politicos queriam tirar o Lula da Presidencia, terrivel isso, mas Lula não se deixou vencer, ainda bem.