Reta final de campanha: não podemos vacilar

Pesquisas favoráveis, o caso bolinha que virou piada, militância bem disposta. Nada disso deve nos acomodar. Os adversários, no desespero e em consonância com as táticas desonestas que usam desde o início da campanha, são capazes de tudo nesta última semana.

Nosso papel é conversar com as pessoas, tentar desconstruir argumentos falsos, encorajar aqueles que pretendem votar em Dilma mas ainda estão tímidos.

Para isso, vale usar elementos que identifiquem nossa opção política: adesivo no carro, no peito, estrelinha, bandeira. Isso ajuda a criar um clima de confiança e a acabar com a timidez de quem vai votar em Dilma mas fica em silêncio para evitar hostilidades.

Recentemente, ao perguntar para um guardador de carros em quem ele ia votar, o homem hesitou. Talvez por pensar que eu, branco e com cara de classe média, fosse mais um dos tucanos lá naquelas bandas de Pinheiros. Mas quando eu declarei meu voto, o rosto do guardador de carros se iluminou e, sorrindo, disse: “Eu também sou Dilma”.

Essas coisas fazem diferença.

Quem politiza a campanha somos nós. Quem faz o debate ideológico somos nós, no dia a dia. Programa de TV não basta, a luta se dá no mundo real de nossa vizinhança.

Mas tudo com muita calma, tranquilidade (os tucanos vão nos provocar, eles querem confusão para poder nos acusar).

Veja texto interessante sobre a tática da baixaria, do medo e do terror clicando no blog Escrevinhador.

Leia também essas dicas do Emir Sader:

10 coisas que podemos fazer para eleger Dilma:

1. Conversar com quem não pretende votar nela, argumentar sobre as razões pelas quais você vai votar, ouvir as razões do voto da pessoa e argumentar.

2. Sair com plásticos, bandeiras, bottons, tudo o que identifique nosso voto.

3. Acionar redes de internet com freqüência, reenviar mensagens, responder outras, escrever e mandar – em suma, fazer circular ao máximo as mensagens que acredita que possam favorecer o voto na Dilma.

4. Denunciar sistematicamente, multiplicando pelos endereços já existentes, a rede de calúnias que a direita continua a fazer circular.

5. Fazer circular especificamente as declarações da Dilma e do Lula.

6. Tomar a iniciativa de marcar atividades – seja com grupos de propaganda nas ruas, seja em debates nos setores onde exista certo número de indecisos, de gente que pensa votar em branco ou passível de ser convencido do voto pela Dilma.

7. Fazer campanha sistematicamente para que as pessoas votem, só viajando depois de fazê-lo, caso pensem viajar.

8. Ir votar, se possível, com algo de vermelho na roupa.

9. Reiterar a necessidade dos eleitores terem que levar algum documento com foto.

10. Não nos fiarmos nas expectativas geradas pelas pesquisas e disputar votos até o último momento, para garantirmos a vitória da Dilma.

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