Perplexidade no Estadão: “faxina” não basta. O que falta é Dilma falar com o povão como o Lula fazia

A última pesquisa de opinião sobre a popularidade e aprovação da presidenta Dilma, divulgada ontem pela CNI/Ibope, produziu algumas análises no mínimo constrangedoras para parte da imprensa.

Texto publicado pela versão online do Estadão (não saiu na edição impressa, ao menos não a encerrada à 0h15) ouve alguns especialistas que afirmam que a queda de aprovação registrada entre esta e a última pesquisa deve-se ao fato de a presidenta não ter “uma interlocução maior com a população”.

Para esses analistas, o fato de ela falar menos que Lula é a razão de ter perdido alguns pontos na pesquisa. Ora, ora, até poucos dias a imprensa apontava nessa postura da Dilma uma de suas “melhores” qualidades e aquela que mais bem impressionava vários setores da sociedade.

A mesma imprensa apostava, até anteontem, que a “faxina” iniciada por Dilma nos ministérios onde há suspeitas de corrupção estaria cacifando a presidenta junto à opinião pública.

A julgar pelos resultados, nem uma coisa nem outra.

Porém, este blog se arrisca a uma conclusão: a imprensa tradicional influencia cada vez menos a opinião pública. Ou, se preferirem, a sociedade presta cada vez menos atenção ao noticiário tradicional.

Se quiser ler o texto do Estadão, clique aqui.

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