Na Rio + 20, o tema do desenvolvimento sustentável será debatido sem a fé cega nos mercados, ao contrário da Eco 92

Em artigo publicado na página da CUT e do CDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social), do qual faço parte, comento um pouco sobre os debates que os conselheiros temos travado para elaborar propostas do Brasil para a Rio + 20, que acontece em junho do ano que vem.

Como lembrou Ignacy Sachs, os 20 anos que nos separam da Eco-92 (convocada à época com o objetivo de pensar o meio ambiente) mudaram a configuração do poder: da crença na autossuficiência dos mercados e do mesnosprezo ao planejamento democrático que vigoravam naquela época, as nações passaram hoje para o fim do ciclo da fé cega nos mercados e, aqui na América Latina, experiências contra-hegemônicas apontam novas esperanças.

Leia o artigo clicando aqui.

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